VEREADORA “defensora de mãe atípicas”, já teve a CASA INVADIDA pelo GAECO no esquema de desvios do marido na APAE. ☟

Flávio Brito, ex-Secretário de Saúde, esposo da Vereadora(foto acima)👆
  foi alvo de busca e apreensão do GAECO em 2023 por desvios de dinheiro da APAE quando o mesmo era Sub Secretário da Casa Civil tendo sido exonerado. Brito é velho conhecido da Federal e o GAECO vem fazendo e participando de esquema desde que foi diretor do extinto CONAB.

o blog  apurou que pelo menos seis equipes do Choque deram apoio na operação. Dois endereços LIGADO a Brito e Luiza Ribeiro que  é casada o bens e as casas estão em nome de AMBOS em Campo Grande.

Os endereços visitados foram estes; um na região do bairro Lar do Trabalhador, e outro na rua Geraldo Agostinho Ramos, no Jardim Paulista.

Este último endereço teria sido sede de três empresas do ramo da saúde: Maiorca Soluções, Isototal e Isomed.
Por trás de discursos apaixonados, mobilizações nas redes e desfiles midiáticos de defensora das pessoas com deficiência, existe uma tensão política inescapável: como sustentar credibilidade social quando o marido foi alvo de investigação por desvios justamente da APAE, instituição que atende crianças com deficiência?

Ativismo convertido em capital político

Nos últimos dois anos, Luiza Ribeiro (PT) vem jogando suas fichas na bandeira das mães atípicas e da defesa das pessoas com deficiência.
É presença constante em reuniões, atos, sessões legislativas,

Fazendo uso eleitoreiro, ela mobiliza mães em plenários, convoca imprensa, expõe a “dor” e as necessidades de quem vive na fila da saúde pública.

Tudo isso gera imenso apelo eleitoral e simbólico: quem acompanha a causa percebe uma figura que “fala por elas” — uma imagem poderosa em pré-candidatura estadual.

O elefante na sala: Flávio Britto e as operações

Mas há um ponto que o discurso não cobre: Flávio Britto, marido dé vereadora, foi implicado em operações que investigaram fraudes em contratos da saúde e desvio de recursos da APAE, a própria entidade cuja causa é usada como plataforma política.

Em novembro de 2023, a Operação Turn Off levou busca e apreensão e exonerou Britto de cargo no governo estadual.

Já em março/2025, a Operação Occulto aprofundou investigações relativas à APAE, com citados desvios de mais de R$ 8 milhões em recursos para pacientes com deficiência.

Ele fez declaração pública dizendo que “está esclarecido”, mas ainda assim, o volume de diligências e apurações deixa lacunas relevantes para um eleitor questionador.

Ou seja: a causa que Luiza abraça como ônus moral e símbolo de mobilização social envolve justamente aquilo que envolve seu núcleo íntimo.

Se o ativismo dela rende atenção e empatia, há justamente um contraste duro a apontar.

Quando houve denúncia pública contra a prefeitura — por atraso em políticas, ineficiência ou descumprimento da lei — Luiza posiciona-se com vigor, convoca mães, exige transparência.

No entanto, quando o escândalo bate à porta doméstica — envolvendo o marido e a instituição que atende o seu “núcleo de eleitores” — não vimos o mesmo tom, a mesma acusação, a mesma pressão pública.

Tanto que, não há registros de manifesto contundente, agenda de audiência pública, ou cobrança formal da vereadora sobre as investigações que atingiram seu círculo. Apenas uma declaração em sessão dizendo que era “dever funcional” do marido esclarecer contratos antigos.

A retórica social se cala no ponto onde deveria ser mais firme: diante do poder investido e comprometido com a causa que ela encampa.

Quando um movimento social é capturado como instrumento de campanha, ele perde parte de sua autenticidade. No caso de Luiza Ribeiro, a bandeira das mães atípicas é eficaz para engajamento, mas só atinge quando o alvo é a Prefeitura de Campo Grande.

É natural que uma parlamentar defenda causas — mas torna-se problemático quando o discurso se torna funcional ao calendário eleitoral e seletivo ao escopo pessoal.

Nao há o que se questionar quanto a legitimidade do sofrimento das mães atípicas, mas em política não basta sentir — é necessário coerência na ação.

Luiza escolhe gritar quando o adversário municipal erra — mas opta por suavizar, adiar ou silenciar quando o escândalo atinge seu círculo mais íntimo.
Se Luiza aspira a representar toda uma bancada estadual, terá de responder: sua militância opera por causa ou por conveniência? Será que é possível manter o discurso de “voz das mães” sem encarar as contradições que emergem tão perto de si?

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